O Que É Concordância Verbal E Nominal
Quando falamos sobre a estrutura correta da frase, o que é concordância verbal e nominal é uma das principais dúvidas de quem quer dominar a gramática, pois ela garante que sujeito e verbo, ou sujeito e complemento, estejam alinhados em número e gêrmen.
Essa regra une palavras dentro da sentença para que tudo soe coeso, natural e fácil de entender, seja em um e-mail profissional, na conversa do dia a dia ou em textos mais formais.
Neste texto, você vai entender de forma clara e prática como identificar, corrigir e aplicar a concordância, evitando erros comuns e melhorando a fluência da sua comunicação.
Entendendo a Concordância Nominal
A concordância nominal ocorre quando palavras se ligam pelo gênero (masculino ou feminino) e pelo número (singular ou plural), garantindo que frases como “a casa nova” e “as casas novas” estejam gramaticalmente corretas.

Essa regra aparece em diferentes situações, como entre artigo e substantivo, adjetivo e substantivo, ou numeral e substantivo, e ela é essencial para manter a clareza e a organização da mensagem.
Artigo e Substantivo
O artigo deve sempre indicar o mesmo gênero e número do substantivo que o acompanha, como em “o carro veloz” (masculino, singular), “a bicicleta nova” (feminino, singular), “os carros velozes” (masculino, plural) e “as bicicletas novas” (feminino, plural).
Quando o substantivo muda de gênero ou número, o artigo também precisa ser ajustado, evitando frases como “a meninos” ou “os casa”, que causam confusão na hora de interpretar a informação.
Adjetivo e Substantivo
O adjetivo deve concordar com o substantivo em gênero e número, seguindo a mesma lógica, como em “crianças felizes” (feminino plural) e “menino feliz” (masculino singular), o que ajuda a manter a frase equilibrada e esteticamente agradável.

Além disso, essa regra evita erros de interpretação, principalmente em orações mais longas, onde a ligação entre adjetivo e substantivo precisa ser imediata para que o leitor compreenda rapidamente qual é a característica atribuída.
A Concordância Verbal no Dia a Dia
A concordância verbal trata da ligação entre o sujeito e o verbo, ajustando o modo, o tempo e o número para que a ação fique clara, como em “eu corro” ou “eles correm”, refletindo quem está realizando a ação.
Quando o verbo está desalinhado com o sujeito, a frase pode parecer estranha ou difícil de entender, por isso a atenção a essa regra é fundamental em diferentes contextos, desde conversas informais até documentos oficiais.
Sujeito Simples e Verbo
Em orações com sujeito simples, o verbo deve variar apenas em número e pessoa, como em “eu estudo”, “você estuda”, “ele estuda”, “nós estudamos” e “eles estudam”, mantendo a identificação do sujeito através da conjugação.

Essa variação ajuda a marcar o tempo da ação, indicando se ela ocorre no presente, passado ou futuro, e também a deixa a frase mais natural, evitando repetições desnecessárias do sujeito.
Sujeito Composto e Concordância
Com sujeito composto, a concordância verbal costuma seguir o sujeito mais próximo ao verbo, especialmente quando conectados por “ou” ou “nem”, como em “nem o pai nem os filhos estão em casa”, onde “estão” concorda com “os filhos” (próximo ao verbo).
É preciso atenção também quando os sujeitos são unidos por “e”, pois nesse caso o verbo geralmente adota a forma plural, como em “Joana e Carlos chegam cedo”, mas exceções podem aparecer em orações coordenadas quando a unidade entre eles é tratada como um único grupo.
Regras Especiais e Exceções Comuns
Além dos casos básicos, a concordância verbal e nominal pode ter regras especiais em situações coletivas, como “a família está feliz” (como um único grupo) ou “a família estão felizes” (quando reforça os indivíduos), dependendo do foco da frase.

Palavras como “gente”, “pessoal” e “ação” geralmente exigem verbo no singular, mesmo parecendo plural, enquanto termos como “vários”, “váriosas” e “ambos” exigem atenção ao número, mostrando como a língua se adapta para expressar nuances diferentes.
Concordância em Orações Subordinadas
Em orações subordinadas, o verbo costuma seguir o sujeito próprio da oração, mesmo que a oração principal tenha um sujeito diferente, como em “achei que ele chegaria cedo”, onde “chegaria” concorda com “ele” e não com “achei”.
Essa independência ajuda a manter a lógica da frase, permitindo que o ouvido ou o leitor associe corretamente cada ação ao sujeito adequado, sem criar ambiguidades.
Dicas Práticas para Melhorar a Concordância
Para fixar a concordância verbal e nominal, é útil ler o sujeito e o verbo juntos antes de completar a frase, assim você percebe rapidamente se a ligação está natural ou precisa de ajuste.

Também ajuda separar mentalmente os elementos da oração, identificar sujeitos ocultos e lembrar que verbos no infinitivo ou no subjuntivo têm regras de concordância um pouco diferentes, exigindo prática constante para não escorregar.
Exercícios Simples para Fixação
- Transforme sujeitos em diferentes números e ajuste o verbo e os artigos accordingly, como de “o livro” para “os livros”.
- Reescreva frases com sujeito composto, prestando atenção em quem está mais próximo do verbo.
- Identifique erros em trechos de texto cotidiano e corrija a concordância para treino de olhos e ouvidos.
Conclusão
Dominar o que é concordância verbal e nominal é um passo decisivo para quem busca clareza, fluência e segurança na hora de escrever ou falar, pois ela organiza a frase como um todo e deixa a mensagem sem margem para interpretações erradas.
Com atenção aos detalhes, prática constante e revisão cuidadosa, você internaliza essas regras naturalmente, acerta nos exercícios do dia a dia e transforma a gramática não apenas em obrigação, mas em aliada na hora de se expressar com precisão.
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